À noite, sem trânsito, sem pessoas.
Na cidade despida, as luzes incendiavam as ruas. Os carris, o alcatrão deteriorado, o paralelo sinuoso e assim, um silêncio interrompido.
Só senti a face gélida e as mãos doridas depois de ter chegado a casa.
Ontem andei de mota em Lisboa, pela primeira vez.
Tenho medo de motas. Mas foi incrível.
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